Operação de corretora,
traduzida em
sistema.
Nascida do operacional,
não do PowerPoint.
A maioria das soluções vendidas para corretoras é genérica — CRMs adaptados, dashboards prontos, automações que ignoram a estrutura comercial multinível, a hierarquia de filiais e os ciclos próprios do setor.
A Niveo opera de outro lugar. Conhecemos o vocabulário do mercado de seguros: vigência, proposta, pendência, sinistro, carteira, renovação. Conhecemos os fluxos: captação, qualificação, fechamento, análise, emissão, pós-venda. E conhecemos o que falha entre uma etapa e outra — porque é justamente aí que mora a maioria das dores operacionais.
Essa fluência é o que permite construir tecnologia que cabe na realidade da corretora — em vez de tecnologia que a corretora precisa se contorcer para fazer caber.
// Princípio fundadorDuas frentes,
um mesmo domínio.
Atendemos corretoras de pequeno e médio porte que precisam profissionalizar operação. Não somos agência genérica de software — todo o nosso vocabulário é seguros.
Consultoria & projetos sob medida
Diagnóstico operacional, arquitetura de sistemas internos e desenvolvimento sob medida para a estrutura específica da corretora. Trabalhamos lado a lado com gestores e equipe comercial.
- Diagnóstico de operação comercial e gargalos de processo
- Sistemas internos sob medida para a estrutura da corretora
- Integração entre plataformas legadas, internas e externas
- Painéis e BI para gestão de produção e performance
- Automação de processos repetitivos e fluxos comerciais
Niveo Leads plataforma própria
Sistema de gestão de leads desenhado para o funil de uma corretora: hierarquia comercial, status dinâmico, integração com fontes de captação digital e auditabilidade no nível do lead.
- Acesso multinível: gerência, supervisão, corretor
- Status configurável e histórico completo do lead
- Integração com as principais fontes de captação digital
- Distribuição inteligente por filial e equipe
- Relatórios de conversão e produtividade por etapa
As dores que sua
corretora vive todo dia.
Cenários que reconhecemos de imediato — porque vivem em corretoras de todo porte. Quanto mais a operação cresce, mais alto eles cobram. A boa notícia: todos têm tratamento técnico.
O lead que entra e some.
Suas campanhas geram volume, mas você não sabe quantos leads chegaram à mão do corretor, em quanto tempo, e quantos foram fechados. A informação fica espalhada entre planilhas, conversas pessoais e a memória de quem está no comercial.
Hierarquia comercial sem espelho no sistema.
Sua equipe tem gerente, supervisor e corretor — cada um precisa enxergar exatamente sua fatia da operação. Sistemas prontos do mercado tratam todo mundo igual, ou exigem contorções para refletir a estrutura real da corretora.
Pós-venda como ponto cego.
A proposta sai da mão do corretor, vai para análise, volta com pendência, espera documento, volta de novo — e cada etapa vive em um lugar diferente. Cliente cobra status, gestor não consegue dar resposta sem ligar para três pessoas. Quando algo se perde no caminho, descobre-se tarde.
Gestão por sensação, não por número.
Quanto a filial X produziu este mês? Que produto está crescendo? Onde estão os gargalos? Sem painel consolidado, cada resposta exige cruzar planilhas e arquivos — quando exige, porque muita decisão acaba sendo tomada por intuição.
Sistemas em silos.
A operadora tem o portal dela, o financeiro tem o sistema próprio, o comercial tem CRM ou planilha, o pós-venda tem outro fluxo. Os dados existem, mas não conversam — e o esforço diário é traduzir manualmente entre eles.
Cresce o time, trava a operação.
Você dobra a equipe comercial, mas a operação começa a ranger — porque o que sustentava 10 corretores não escala para 30. Fluxos manuais, planilhas e pessoas-chave viram gargalo justamente no momento em que a corretora mais precisa correr.
Nenhuma corretora vive todas essas dores na mesma intensidade. É por isso que a Niveo desenha cada projeto a partir do diagnóstico operacional específico da sua operação — em vez de empurrar um pacote pronto que você precisa contorcer para fazer caber.
O ponto de partida é sempre uma conversa: entender a estrutura, os sistemas atuais, os gargalos e o que de fato dói. A partir daí, escopo e entrega são desenhados para resolver — não para vender módulos.
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